Isto é uma indiscrição, mas está longe de ser infundada. Nas próximas semanas, nos escritórios competentes da Federação Internacional de Motociclismo, os dirigentes da FIM e do FIM EWC Motorcycle Endurance World Championship (em particular o promotor Warner Bros Discovery Sports Events) discutirão uma novidade que poderá representar um ponto de viragem para o todo o sector das duas rodas. Num futuro próximo, as competições de motociclismo de resistência abrir-se-ão às motos a hidrogénio. Aliás, uma decisão que seguirá o caminho trilhado também no similar campeonato de quatro rodas (WEC).
EMPURRE EM DIREÇÃO AO HIDROGÊNIO
Notícias recentes de que, depois da Kawasaki com o H2 HySE, Honda, Yamaha e Suzuki também estão desenvolvendo projetos de motocicletas a hidrogênio H². Não menos importante, o Instituto de Pesquisa Fraunhofer em Chemnitz anunciou que, até o final de 2025, será lançado o projeto Hydrocycle, criando uma motocicleta com propulsão por célula de combustível de hidrogênio.
GRÉCIA AO HIDROGÊNIO NO CAMPEONATO MUNDIAL DE ENDURANCE
Veja o “Quatro Grandes”estão se concentrando no hidrogênio, as competições de motociclismo não podem ficar de braços cruzados. Com visão e tentando estar à frente dos tempos, um regulamento apropriado será estudado no CEE da FIM para permitir que as motos a hidrogénio possam enfrentar as 24 horas (Le Mans e Bol d’Or) previstas no calendário. Esse novo conceito de motocicletas correria na Experimental, classe reservada (como o próprio nome já diz) para motocicletas experimentais. Isso está no papel, pois até o momento só acolheu motocicletas com garfos não convencionais ou que aguardam homologação.
NO PASSADO ENDURANCE ABERTO À ELÉTRICA
Mais detalhes serão comunicados posteriormente, na esperança de que tudo corra melhor do que o que aconteceu em 2018. Há seis anos, por ocasião das 24 horas de Le Mans, o elétrico Sarolea realizou algumas voltas de demonstração com vista à participação em o futuro curto – médio prazo. Um projeto que nunca se concretizou…