MotoGP: quem já está sem contrato em 2023?

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di Olena Champlain/paddock-gp

Não haverá passeios de observação no início desta temporada de 2023. De fato, alguns pilotos terão que ser convincentes desde o início em relação às chances de manter a sela. O que significa que antes de Junho, o mais tardar, o seu destino já estará decidido… Este campeonato marcará de facto o fim do contrato de grande parte destes campeões. Riscos não faltam neste jogo, nem a quem já apostou numa moto que ainda não conhece bem. Aqui está uma atualização sobre a situação atual, antes que Portimão dê o pontapé inicial.

Recorde-se que, nesta temporada de MotoGP, sete dos 22 protagonistas da grelha de partida vão partir com uma moto diferente daquela com que rodaram até ao final do último campeonato. Alex Márquez trocou a LCR Honda pela Gresini Ducati, Raul Fernandez trocou a Tech3 KTM pela RNF Aprilia, Joan Mir trocou a extinta Suzuki pela Repsol Honda, o mesmo caminho de Alex Rins que no entanto está na LCR. Pol Espargaró fechou o capítulo da Honda para a GASGAS, a KTM vermelha da Tech3. Jack Miller, por outro lado, trocou sua Ducati vermelha por uma KTM laranja. Por fim, Miguel Oliveira trocou a KTM por uma Aprilia da equipa satélite da RNF.

MotoGP 2023, nove pilotos já “no limite”

Mas quem realmente poderá trabalhar em paz, fortalecido por um contrato até o final de 2024, enquanto outros já estão na disputa? Em teoria, os pilotos serenos são Fabio Quartararo, Pecco Bagnaia, Enea Bastianini, Aleix Espargaro, Maverick Vinales, Marc Marquez, Joan Mir, Jack Miller, Brad Binder, Miguel Oliveira, Raul Fernandez, Pol Espargaro e Alex Rins.

A contagem regressiva já começou para Franco Morbidelli, Alex Marquez, Fabio Di Giannantonio, Johann Zarco, Jorge Martin, Luca Marini, Marco Bezzecchi, Augusto Fernandez e Takaaki Nakagami. Até 13 pilotos de um lado contra nove do outro, em um grid de largada com 22 nomes no total. As contas se somam.

Crédito da foto: motogp.com

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