Max Cook, super novato da Superbike britânica: espera-se que tenha um top em 2024

A temporada de 2023 das Superbikes britânicas contou com vários estreantes interessantes no início. Bradley Perie (Lee Hardy Racing Kawasaki) estreou como protagonista do Supersport britânico, Charlie Nesbitt (Hawk Racing Honda) até conseguiu subir ao pódio, mas para vencer o “Liga de estrelas em ascensão de R&G“, um reconhecimento reservado ao melhor Débito do BSB, foi Max Cook. A aposta da FS-3 Kawasaki em substituir o desistente (diretor do Campeonato do Mundo de Moto2) não desfigurou em nada na sua estreia nas Superbike britânicas e com uma 1000cc.

DA MOTO3 À SUPERBIKE

Com apenas vinte anos, Max Cook fez a transição com sucesso em pouco tempo da Moto3 para os derivados da série, refazendo completamente o mesmo caminho de Rory Skinner. Depois de ganhar o título Aprilia Superteen em 2015 e se tornar Campeão Britânico de Moto3 em 2017, ele começou a competir a nível internacional. Dois anos de Red Bull MotoGP Rookies Cup com alguns pódios no currículo, terceiro lugar na British Talent Cup, resultados que lhe permitiram correr no Campeonato do Mundo Júnior de Moto3 de 2020 onde foi muitas vezes o único a quebrar a hegemonia espanhola no topo posições.

CAMPEÃO BRITÂNICO SUPERSTOCK 600

Sem perspectivas de correr no MotoGP, em 2021 passou para o campeonato britânico Superstock 600, apoiado pela FS-3 Kawasaki. Em 2022, pilotando uma Binch Racing Yamaha R6, garantiu o título com bastante antecedência, tanto que conseguiu disputar a última etapa do Supersport britânico em Brands Hatch como wild card (top-10 na estreia).

IMEDIATAMENTE UM PROTAGONISTA NA SUPERBIKE BRITÂNICA

Escolhido pela FS-3 Racing Kawasaki para substituir Rory Skinner, depois de se familiarizar com a Ninja ZX-10RR Superbike impressionou na segunda parte da temporada. Os resultados alcançados em um deb são de absoluta importância: quarto lugar, melhor colocação, dois Top-5, seis Top-10 no geral. O suficiente para encontrar a confirmação nos planos para 2024 onde, sob a bandeira Completely Motorbikes Kawasaki, se coloca entre os chamados “pilotos a observar”. No papel ele tem tudo para lutar no topo e, considerando que ainda estamos falando de uma turma de 2002, sonhar com um futuro de alto nível também no motociclismo internacional.