Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social

Mario Andretti e aquele 15 de janeiro de 1978 que mudou radicalmente sua vida

Uma grande história sempre tem um ponto de partida, caso contrário, por onde deveria começar uma história? Aqui a história mundial de Mario Andretti começa justamente naquele 15 de janeiro, há 46 anos, durante o GP da Argentina. O piloto ítalo-americano não encontrou uma simples vitória no circuito de Buenos Aires, mas algo mais, um enorme impulso para realizar o sonho de toda criança que ama o mundo das quatro rodas. Naquele dia Mario compreendeu a sua força, graças também à Lotus movida pela Ford-Cosworth, com a intenção de acabar com o domínio da Ferrari no campeonato de construtores.

1978 inaugurado sob o signo da grande separação

O campeonato de Fórmula 1 da temporada de 1977 foi para Niki Lauda e sua Ferrari 312 T2. O Cavalo Empinado conseguiu conquistar o terceiro título consecutivo de construtores, o quinto de sua história. O austríaco, porém, depois de ter reconduzido a companhia de Maranello ao sucesso, decidiu deixar a equipa italiana para se juntar à Brabham equipada com Alfa Romeo. Sua tarefa estava encerrada, ele havia conquistado o título deixando Enzo Ferrari feliz novamente, após se aposentar por opção durante o GP do Japão de 1976, que deu o campeonato mundial a James Hunt e sua McLaren. Para 1978, a Ferrari decidiu manter Carlos Reutemann e colocar no lugar de Niki, um jovem canadense que já havia se estreado no ano anterior, um certo Gilles Villenueve.

Este foi o prólogo da temporada de 1978, que também teve entre seus protagonistas o vice-campeão mundial Jody Scheckter e o terceiro colocado do ano anterior, Mario Andretti. O sul-africano estava pronto para tentar sempre novamente com a equipe canadense Walter Wolf, assim como Andretti permaneceu na Lotus. Andretti havia crescido muito em 77, vencendo 4 corridas em uma única temporada, dando continuidade a 1976 onde venceu sua segunda corrida na Fórmula 1, após um jejum de quase 5 anos. O americano se sentiu pronto, assim como a própria Lotus, para tentar dar o grande salto. A espera pela Copa do Mundo de 78 foi frenética.

Mario Andretti naquele famoso GP inaugural na Argentina

Todo início de ano é sempre cheio de curiosidade, por isso o GP da Argentina teve muitos torcedores nas arquibancadas no fim de semana. Mario Andretti logo se sentiu bem com seu carro britânico, tanto que conquistou a Pole Position. Mario venceu o anfitrião Reutemann por apenas 9 centavos, com Lauda e Hunt, os dois últimos campeões mundiais, rebaixados para a terceira linha. A corrida de domingo começou em nome do piloto americano, que manteve a liderança desde o início. Atrás, porém, há algumas mudanças, com o argentino da Ferrari ainda conseguindo manter a segunda colocação.

Porém, a equipa da casa teve problemas com os pneus da sua Ferrari e durante a vigésima volta o seu desempenho foi arruinado por um contacto com Jacques Laffite. Carlos, forçado por um longo pit stop, está agora fora da corrida, apesar de estar fazendo bons tempos. A corrida parece seguir um traçado preciso, com Lauda subindo para a segunda posição, mas agora longe de preocupar o porta-estandarte da Lotus. A corrida terminou com uma volta antecipada, isso porque Juan Manuel Fangio cometeu um erro na sinalização e assim a prova durou 52 voltas em vez de 53. Andretti cruzou a linha de chegada primeiro, ele o teria feito mesmo que tivesse liderado todos no muito provavelmente correr os seus quilómetros, mas o facto é que esse sucesso catapultou a carreira de Mario para novos horizontes.

Assim Mario Andretti iniciou sua ascensão rumo ao título mundial

Mario Andretti abriu sua temporada de ouro com aquela vitória na Argentina, em 15 de janeiro de 1978. O ítalo-americano se reafirmou em outras 5 provas naquela temporada, sendo a última na penúltima prova na Holanda. Na corrida seguinte, em Monza, pelo habitual GP da Itália, graças à sexta posição Andretti sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1. Essa corrida é na verdade lembrada por outra coisa, nomeadamente, pelo trágico acidente de Ronnie Peterson. O sueco foi vítima de um acidente com Hunt, com seu Lotus batendo violentamente na parede. O carro pegou fogo e só por um milagre Ronnie conseguiu ser retirado com vida. A corrida foi interrompida também porque Vittorio Brambilla foi atingido pelo pneu do carro de Peterson e perdeu a consciência. A corrida foi retomada apenas no final da tarde, com Andretti passando em quinto na bandeira quadriculada, mas rebaixado para a sexta posição devido a uma penalidade. A colocação permitiu-lhe sagrar-se campeão mundial faltando duas provas. É por isso que a história do campeonato mundial da Andretti começa desde a Argentina. Isso porque, como todos nós, precisamos de um sinal para entender que podemos alcançar o resultado que nos propomos na vida.

FOTO: Fórmula 1 social