Ducati nas 8 Horas de Suzuka: os precedentes

Em 44 edições das 8 horas de Suzuka até agora nenhum fabricante europeu de motos disputou (mas seria melhor dizer “não japonês“) conseguiu alcançar uma colocação no pódio. Segue-se que a Ducati no “corrida de corridas“, em termos de resultados, conseguiu muito pouco até agora. Pelo desinteresse colocado na principal competição de motociclismo da Terra do Sol Nascente, com apenas duas participações oficiais (1984 e 1991), mas também pelo facto de, nos dias de hoje, continuar a ser uma prova extremamente complexa de enfrentar em para mirar alto. Algo vai mudar no próximo ano com a Team Kagayama de Yukio Kagayama a representar a Ducati Corse no evento, com propostas ambiciosas que também se estendem à JSB1000 (All Japan Superbike). Será o momento certo?

OS NÚMEROS DUCATI NA SUZUKA 8 HORAS

Nas 44 edições arquivadas até agora, foram inscritas na largada 56 motos Ducati, 30 das quais passíveis de classificação (equivalente a 53,57%). A primeira foi, na terceira edição realizada em 1980, um 900 SS da equipe BIG BOY pilotado por Mitsuo Saitoh e Ikuo Kusama, forçados a se aposentar. As coisas correram um pouco melhor no ano seguinte com o importador Kenny Sports Motorcycles que ainda colocou em campo dois deles: com James Adamo e Doug Lantz ficou em 27º lugar, enquanto a tripulação composta por dois pilotos de ponta como Tony Rutter e George Fogarty não trouxe a disputa acabou.

MELHOR RESULTADO UM DÉCIMO LUGAR

A melhor colocação de uma moto vermelha de Borgo Panigale nas 8 horas de Suzuka continua a ser o 10º lugar obtido em 2011 pela 1098R da TOHO Racing conduzida por uma equipa de grande qualidade composta por Tatsuya Yamaguchi (mesmo passado na HRC), Hiromichi Kunikawa (meteoro do Campeonato do Mundo de Moto2) e Ken Eguchi. Um top-10 alcançado numa edição favorável às motos europeias, com a BMW Motorrad França a ficar em quarto lugar na geral. Destaca-se ainda o 12.º lugar obtido em 2012 pelo estreante 1199 Panigale colocado em campo pela Team Sugai Racing Japan com dois veteranos do calibre do próprio Yoshiyuki Sugai e de Shinya Takeishi, criadores de um resultado que prenunciava destinos muito diferentes para as edições vindouras.

A PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO OFICIAL DA DUCATI

Resultados obtidos com a participação privada, enquanto o compromisso da empresa em forma de Fábrica diz respeito a apenas duas edições. Em 1984, sob a bandeira da Ducati SpA, dois DM650 SL/A participaram do evento: com o número 19, Oliviero Cruciani e Mario Sakamoto terminaram em 13º, Walter Villa e Carlo Perugini também se aposentaram com o número 4. Walter Cussigh (Ducati DM6580 do Power House Motor Club) também compareceu na mesma edição e, numa Bimota Tesi 84 oficial, também estavam previstos para correr Maurizio Rossi e Davide Tardozzi, ainda não alinhados na corrida após a qualificação.

A AVENTURA DE 1991

O atual Team Manager da Ducati MotoGP fez parte da participação mais famosa da empresa durante a edição de 1991, dominada pelo “Time dos sonhos”formado por Mick Doohan e Wayne Gardner com a Honda RC30 oficial. Com Marco Lucchinelli Team Manager, patrocínio da SAGAWA KYUBIN, o 888 dominando o Campeonato Mundial de Superbike, devidamente reajustado às especificações regulamentares do Endurance (e corrida de 8 horas) encontrou algumas dificuldades. O número 5 qualificou-se em 41º com Davide Tardozzi e Stephane Mertens, mas uma queda deste último na fase inicial da corrida sob chuva torrencial obrigou-os a desistir. Bom potencial expresso pelo número 6 confiado a dois nomes sonantes do calibre de Raymond Roche e Giancarlo Falappa: a partir do 34º lugar na qualificação acariciaram o top 10 numa recuperação, tudo isto até um problema de motor na fase final do corrida.

ESPERANÇAS PARA O FUTURO

Com o total apoio da Ducati Corse, a já anunciada (terão de se qualificar através dos chamados Try Outs…) participação do Team Kagayama na edição de 2024 promete estar entre as mais competitivas de sempre da empresa na 8ª edição. corrida de uma hora. Ryo Mizuno, arrancado da Honda e já “reserva” da HRC em 2022 (esteve muito tempo envolvido nos testes da CBR 1000RR-R), representa uma garantia em termos de velocidade. O certo é que Yukio Kagayama vai querer garantir pilotos de topo, considerando que ao longo dos anos a sua estrutura permitiu que pilotos como Kevin Schwantz, Noriyuki Haga, Ryuichi Kiyonari, Dominique Aegerter, Joe Roberts e Hafizh Syahrin corressem em Suzuka. No entanto, não estará presente Pecco Bagnaia, que manifestou a intenção de correr com a Ducati em Suzuka: nos mesmos dias da edição de 2024 casará com Domizia Castagnini…

Ducati nas 8 Horas de Suzuka: os precedentes

Em 44 edições das 8 horas de Suzuka até agora nenhum fabricante europeu de motos disputou (mas seria melhor dizer “não japonês“) conseguiu alcançar uma colocação no pódio. Segue-se que a Ducati no “corrida de corridas“, em termos de resultados, conseguiu muito pouco até agora. Pelo desinteresse colocado na principal competição de motociclismo da Terra do Sol Nascente, com apenas duas participações oficiais (1984 e 1991), mas também pelo facto de, nos dias de hoje, continuar a ser uma prova extremamente complexa de enfrentar em para mirar alto. Algo vai mudar no próximo ano com a Team Kagayama de Yukio Kagayama a representar a Ducati Corse no evento, com propostas ambiciosas que também se estendem à JSB1000 (All Japan Superbike). Será o momento certo?

OS NÚMEROS DUCATI NA SUZUKA 8 HORAS

Nas 44 edições arquivadas até agora, foram inscritas na largada 56 motos Ducati, 30 das quais passíveis de classificação (equivalente a 53,57%). A primeira foi, na terceira edição realizada em 1980, um 900 SS da equipe BIG BOY pilotado por Mitsuo Saitoh e Ikuo Kusama, forçados a se aposentar. As coisas correram um pouco melhor no ano seguinte com o importador Kenny Sports Motorcycles que ainda colocou em campo dois deles: com James Adamo e Doug Lantz ficou em 27º lugar, enquanto a tripulação composta por dois pilotos de ponta como Tony Rutter e George Fogarty não trouxe a disputa acabou.

MELHOR RESULTADO UM DÉCIMO LUGAR

A melhor colocação de uma moto vermelha de Borgo Panigale nas 8 horas de Suzuka continua a ser o 10º lugar obtido em 2011 pela 1098R da TOHO Racing conduzida por uma equipa de grande qualidade composta por Tatsuya Yamaguchi (mesmo passado na HRC), Hiromichi Kunikawa (meteoro do Campeonato do Mundo de Moto2) e Ken Eguchi. Um top-10 alcançado numa edição favorável às motos europeias, com a BMW Motorrad França a ficar em quarto lugar na geral. Destaca-se ainda o 12.º lugar obtido em 2012 pelo estreante 1199 Panigale colocado em campo pela Team Sugai Racing Japan com dois veteranos do calibre do próprio Yoshiyuki Sugai e de Shinya Takeishi, criadores de um resultado que prenunciava destinos muito diferentes para as edições vindouras.

A PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO OFICIAL DA DUCATI

Resultados obtidos com a participação privada, enquanto o compromisso da empresa em forma de Fábrica diz respeito a apenas duas edições. Em 1984, sob a bandeira da Ducati SpA, dois DM650 SL/A participaram do evento: com o número 19, Oliviero Cruciani e Mario Sakamoto terminaram em 13º, Walter Villa e Carlo Perugini também se aposentaram com o número 4. Walter Cussigh (Ducati DM6580 do Power House Motor Club) também compareceu na mesma edição e, numa Bimota Tesi 84 oficial, também estavam previstos para correr Maurizio Rossi e Davide Tardozzi, ainda não alinhados na corrida após a qualificação.

A AVENTURA DE 1991

O atual Team Manager da Ducati MotoGP fez parte da participação mais famosa da empresa durante a edição de 1991, dominada pelo “Time dos sonhos”formado por Mick Doohan e Wayne Gardner com a Honda RC30 oficial. Com Marco Lucchinelli Team Manager, patrocínio da SAGAWA KYUBIN, o 888 dominando o Campeonato Mundial de Superbike, devidamente reajustado às especificações regulamentares do Endurance (e corrida de 8 horas) encontrou algumas dificuldades. O número 5 qualificou-se em 41º com Davide Tardozzi e Stephane Mertens, mas uma queda deste último na fase inicial da corrida sob chuva torrencial obrigou-os a desistir. Bom potencial expresso pelo número 6 confiado a dois nomes sonantes do calibre de Raymond Roche e Giancarlo Falappa: a partir do 34º lugar na qualificação acariciaram o top 10 numa recuperação, tudo isto até um problema de motor na fase final do corrida.

ESPERANÇAS PARA O FUTURO

Com o total apoio da Ducati Corse, a já anunciada (terão de se qualificar através dos chamados Try Outs…) participação do Team Kagayama na edição de 2024 promete estar entre as mais competitivas de sempre da empresa na 8ª edição. corrida de uma hora. Ryo Mizuno, arrancado da Honda e já “reserva” da HRC em 2022 (esteve muito tempo envolvido nos testes da CBR 1000RR-R), representa uma garantia em termos de velocidade. O certo é que Yukio Kagayama vai querer garantir pilotos de topo, considerando que ao longo dos anos a sua estrutura permitiu que pilotos como Kevin Schwantz, Noriyuki Haga, Ryuichi Kiyonari, Dominique Aegerter, Joe Roberts e Hafizh Syahrin corressem em Suzuka. No entanto, não estará presente Pecco Bagnaia, que manifestou a intenção de correr com a Ducati em Suzuka: nos mesmos dias da edição de 2024 casará com Domizia Castagnini…