Supersport: Marco Bussolotti, o principal mecânico italiano pensa no Campeonato do Mundo

スーパースポーツ:イタリアの一流メカニック、マルコ・ブッソロッティは世界選手権について考えている

Marco Bussolotti é uma certeza. Ele tem 33 anos e compete no CIV desde tempos imemoriais, sempre conquistando vitórias e pódios. Ele é um piloto regular, sério, calmo, mas acima de tudo muito rápido. Ele não é um personagem social, mas é extremamente concreto. Ele passa os dias em sua oficina, a Garagem do Busso, consertando carros, motos e patinetes. No ano passado, ele venceu o Campeonato Italiano na categoria “600 CIV”. Ele agora lidera a classificação italiana do Supersport 600 NG, uma classe que espelha a do WorldSSP. Em Mugello conquistou uma vitória e um terceiro lugar.

Estou muito feliz com a liderança do campeonato – Marco Bussolotti diz a Corsedimoto – Eu sabia que em Mugello estariam entre as corridas mais difíceis. Tentei aproveitar ao máximo as condições secas e molhadas. Estou satisfeito com as colocações obtidas e sobretudo com o primeiro lugar provisório na classificação. Para mim é a primeira temporada com a moto na configuração Supersport: com a equipa estamos a correr no pacote para melhorar cada vez mais”.

O CIV será um desafio Marco Bussolotti – Simone Corsi?

Corsi é o adversário número um, mas Mercandelli, Roccoli e outros não devem ser subestimados. O campeonato é longo e é importante ser regular, somar o máximo de pontos possível em todas as corridas e acima de tudo evitar zeros porque vai ser muito duro. Estou bem principalmente no seco: em termos de tempos sou competitivo e isso me dá muita confiança para as próximas corridas”.

Ansioso para a próxima rodada do CIV, você vai competir no Campeonato Mundial em Misano?

“Sim, Também serei um wild card no WorldSSP e estou muito feliz com esta oportunidade que o Axon Seven Team me deu. Vou tentar aproveitar ao máximo e fazer uma boa exibição.”

No CIV Supersport NG neste momento as Yamahas estão a brilhar enquanto a Ducati e a MV parecem estar com problemas.

As Yamahas são competitivas, mas ainda não vimos todo o potencial das Ducatis e, acima de tudo, das MVs. Graças ao tempo, não havia condições de nos vermos todos em pé de igualdade. Acredito que as Ducatis ainda são as motos a bater porque mesmo que estejam ligeiramente enfraquecidas ainda são 1000. Felizmente são muitas Yamahas e espero ser sempre o melhor piloto com a R6 e assim continuar na luta pela vitória da campeonato até o fim”.

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Foto CIV

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