MotoGP, Di Giannantonio em VR46: Pablo Nieto revela uma história de fundo

Pela primeira vez, a equipa VR46 de Valentino Rossi abre as portas da garagem a um piloto que não faz parte da Academia. Na próxima temporada de MotoGP a formação será composta por Marco Bezzecchi, terceiro na classificação final do campeonato recentemente concluído, e pelo recém-chegado Fabio Di Giannantonio. O ex-porta-estandarte romano Gresini foi o autor de uma esplêndida final de Copa do Mundo, tanto que sequestrou as escolhas de Alessio Salucci e Pablo Nieto.

A Ducati GP23 para a equipe VR46

À disposição de ‘Bez’ e ‘Diggia’ estará a Ducati Desmosedici GP23 com a qual Francesco Bagnaia se reconfirmou como campeão da classe MotoGP. Também este ano a equipa VR46 não terá à disposição a moto oficial, reservada apenas à equipa de fábrica e à Pramac, mas poderá contar com um protótipo muito respeitado. No teste de Valência os dois pilotos já conseguiram fazer comparações entre o GP22 e o GP23, aguardando a próxima saída em pista no início de fevereiro. As principais diferenças dizem respeito ao aero-pack, como explica Pablo NIeto a Dazn. “Principalmente a aerodinâmica, que se tornou muito importante para um bom manejo da moto, assim como o motor e a suspensão“.

Di Giannantonio ‘nova entrada’

A chegada de Fabio Di Giannantonio é outra grande notícia. A equipa Tavullia sempre contou com pilotos que cresceram na VR46 Riders Academy, mas a creche começa a ser limitada. “Pela primeira vez estamos abrindo as portas para um motorista que não é da Academia e agora é hora de começar a nos conhecer, ter um bom relacionamento com ele e trabalhar“, acrescentou o dirigente da seleção espanhola. “Vem de uma equipa como a Gresini Racing, que tem sido uma equipa muito boa e precisamos de obter informações para ver onde eles são melhores ou onde podemos melhorar. Isso vai elevar muito o nível da equipe“.

Com a saída de Marc Márquez da Honda para a Gresini e a ida de Luca Marini para a equipe japonesa, houve uma aposta na promoção de Fermin Aldeguer à equipe VR46. Pablo Nieto confessou que houve contactos com o jovem talento de Múrcia e que representava a opção preferida da equipa. “Não podemos negar, estávamos mirando em Fermín“. Mas o passo dado por Fábio no último Grande Prémio mudou as cartas na mesa. “Pode-se dizer que no final da temporada que Diggia fez da Austrália em diante ele está entre os dois ou três melhores pilotos do ano“.

Fábio entusiasmado com a nova equipe

O piloto romano habituou-se imediatamente à nova equipa depois de dois anos na Gresini. O teste de MotoGP em Valência serviu sobretudo para conhecer o ambiente ainda antes da nova Desmosedici. “Agora é a hora de obter bons resultados e estou no lugar certo para isso“, admitiu Di Giannantonio. E com Marco Bezzecchi a química já é excelente. “Acho que podemos incentivar uns aos outros, trabalhar bem juntos e levar a equipe ao topoA equipe me recebeu muito bem e me senti em casa. Eu tive bons sentimentos e todos me ajudaram“.

Foto: Mooney VR46 Racing Team

MotoGP, Di Giannantonio em VR46: Pablo Nieto revela uma história de fundo

Pela primeira vez, a equipa VR46 de Valentino Rossi abre as portas da garagem a um piloto que não faz parte da Academia. Na próxima temporada de MotoGP a formação será composta por Marco Bezzecchi, terceiro na classificação final do campeonato recentemente concluído, e pelo recém-chegado Fabio Di Giannantonio. O ex-porta-estandarte romano Gresini foi o autor de uma esplêndida final de Copa do Mundo, tanto que sequestrou as escolhas de Alessio Salucci e Pablo Nieto.

A Ducati GP23 para a equipe VR46

À disposição de ‘Bez’ e ‘Diggia’ estará a Ducati Desmosedici GP23 com a qual Francesco Bagnaia se reconfirmou como campeão da classe MotoGP. Também este ano a equipa VR46 não terá à disposição a moto oficial, reservada apenas à equipa de fábrica e à Pramac, mas poderá contar com um protótipo muito respeitado. No teste de Valência os dois pilotos já conseguiram fazer comparações entre o GP22 e o GP23, aguardando a próxima saída em pista no início de fevereiro. As principais diferenças dizem respeito ao aero-pack, como explica Pablo NIeto a Dazn. “Principalmente a aerodinâmica, que se tornou muito importante para um bom manejo da moto, assim como o motor e a suspensão“.

Di Giannantonio ‘nova entrada’

A chegada de Fabio Di Giannantonio é outra grande notícia. A equipa Tavullia sempre contou com pilotos que cresceram na VR46 Riders Academy, mas a creche começa a ser limitada. “Pela primeira vez estamos abrindo as portas para um motorista que não é da Academia e agora é hora de começar a nos conhecer, ter um bom relacionamento com ele e trabalhar“, acrescentou o dirigente da seleção espanhola. “Vem de uma equipa como a Gresini Racing, que tem sido uma equipa muito boa e precisamos de obter informações para ver onde eles são melhores ou onde podemos melhorar. Isso vai elevar muito o nível da equipe“.

Com a saída de Marc Márquez da Honda para a Gresini e a ida de Luca Marini para a equipe japonesa, houve uma aposta na promoção de Fermin Aldeguer à equipe VR46. Pablo Nieto confessou que houve contactos com o jovem talento de Múrcia e que representava a opção preferida da equipa. “Não podemos negar, estávamos mirando em Fermín“. Mas o passo dado por Fábio no último Grande Prémio mudou as cartas na mesa. “Pode-se dizer que no final da temporada que Diggia fez da Austrália em diante ele está entre os dois ou três melhores pilotos do ano“.

Fábio entusiasmado com a nova equipe

O piloto romano habituou-se imediatamente à nova equipa depois de dois anos na Gresini. O teste de MotoGP em Valência serviu sobretudo para conhecer o ambiente ainda antes da nova Desmosedici. “Agora é a hora de obter bons resultados e estou no lugar certo para isso“, admitiu Di Giannantonio. E com Marco Bezzecchi a química já é excelente. “Acho que podemos incentivar uns aos outros, trabalhar bem juntos e levar a equipe ao topoA equipe me recebeu muito bem e me senti em casa. Eu tive bons sentimentos e todos me ajudaram“.

Foto: Mooney VR46 Racing Team

MotoGP, Di Giannantonio em VR46: Pablo Nieto revela uma história de fundo

Pela primeira vez, a equipa VR46 de Valentino Rossi abre as portas da garagem a um piloto que não faz parte da Academia. Na próxima temporada de MotoGP a formação será composta por Marco Bezzecchi, terceiro na classificação final do campeonato recentemente concluído, e pelo recém-chegado Fabio Di Giannantonio. O ex-porta-estandarte romano Gresini foi o autor de uma esplêndida final de Copa do Mundo, tanto que sequestrou as escolhas de Alessio Salucci e Pablo Nieto.

A Ducati GP23 para a equipe VR46

À disposição de ‘Bez’ e ‘Diggia’ estará a Ducati Desmosedici GP23 com a qual Francesco Bagnaia se reconfirmou como campeão da classe MotoGP. Também este ano a equipa VR46 não terá à disposição a moto oficial, reservada apenas à equipa de fábrica e à Pramac, mas poderá contar com um protótipo muito respeitado. No teste de Valência os dois pilotos já conseguiram fazer comparações entre o GP22 e o GP23, aguardando a próxima saída em pista no início de fevereiro. As principais diferenças dizem respeito ao aero-pack, como explica Pablo NIeto a Dazn. “Principalmente a aerodinâmica, que se tornou muito importante para um bom manejo da moto, assim como o motor e a suspensão“.

Di Giannantonio ‘nova entrada’

A chegada de Fabio Di Giannantonio é outra grande notícia. A equipa Tavullia sempre contou com pilotos que cresceram na VR46 Riders Academy, mas a creche começa a ser limitada. “Pela primeira vez estamos abrindo as portas para um motorista que não é da Academia e agora é hora de começar a nos conhecer, ter um bom relacionamento com ele e trabalhar“, acrescentou o dirigente da seleção espanhola. “Vem de uma equipa como a Gresini Racing, que tem sido uma equipa muito boa e precisamos de obter informações para ver onde eles são melhores ou onde podemos melhorar. Isso vai elevar muito o nível da equipe“.

Com a saída de Marc Márquez da Honda para a Gresini e a ida de Luca Marini para a equipe japonesa, houve uma aposta na promoção de Fermin Aldeguer à equipe VR46. Pablo Nieto confessou que houve contactos com o jovem talento de Múrcia e que representava a opção preferida da equipa. “Não podemos negar, estávamos mirando em Fermín“. Mas o passo dado por Fábio no último Grande Prémio mudou as cartas na mesa. “Pode-se dizer que no final da temporada que Diggia fez da Austrália em diante ele está entre os dois ou três melhores pilotos do ano“.

Fábio entusiasmado com a nova equipe

O piloto romano habituou-se imediatamente à nova equipa depois de dois anos na Gresini. O teste de MotoGP em Valência serviu sobretudo para conhecer o ambiente ainda antes da nova Desmosedici. “Agora é a hora de obter bons resultados e estou no lugar certo para isso“, admitiu Di Giannantonio. E com Marco Bezzecchi a química já é excelente. “Acho que podemos incentivar uns aos outros, trabalhar bem juntos e levar a equipe ao topoA equipe me recebeu muito bem e me senti em casa. Eu tive bons sentimentos e todos me ajudaram“.

Foto: Mooney VR46 Racing Team

MotoGP, Di Giannantonio em VR46: Pablo Nieto revela uma história de fundo

Pela primeira vez, a equipa VR46 de Valentino Rossi abre as portas da garagem a um piloto que não faz parte da Academia. Na próxima temporada de MotoGP a formação será composta por Marco Bezzecchi, terceiro na classificação final do campeonato recentemente concluído, e pelo recém-chegado Fabio Di Giannantonio. O ex-porta-estandarte romano Gresini foi o autor de uma esplêndida final de Copa do Mundo, tanto que sequestrou as escolhas de Alessio Salucci e Pablo Nieto.

A Ducati GP23 para a equipe VR46

À disposição de ‘Bez’ e ‘Diggia’ estará a Ducati Desmosedici GP23 com a qual Francesco Bagnaia se reconfirmou como campeão da classe MotoGP. Também este ano a equipa VR46 não terá à disposição a moto oficial, reservada apenas à equipa de fábrica e à Pramac, mas poderá contar com um protótipo muito respeitado. No teste de Valência os dois pilotos já conseguiram fazer comparações entre o GP22 e o GP23, aguardando a próxima saída em pista no início de fevereiro. As principais diferenças dizem respeito ao aero-pack, como explica Pablo NIeto a Dazn. “Principalmente a aerodinâmica, que se tornou muito importante para um bom manejo da moto, assim como o motor e a suspensão“.

Di Giannantonio ‘nova entrada’

A chegada de Fabio Di Giannantonio é outra grande notícia. A equipa Tavullia sempre contou com pilotos que cresceram na VR46 Riders Academy, mas a creche começa a ser limitada. “Pela primeira vez estamos abrindo as portas para um motorista que não é da Academia e agora é hora de começar a nos conhecer, ter um bom relacionamento com ele e trabalhar“, acrescentou o dirigente da seleção espanhola. “Vem de uma equipa como a Gresini Racing, que tem sido uma equipa muito boa e precisamos de obter informações para ver onde eles são melhores ou onde podemos melhorar. Isso vai elevar muito o nível da equipe“.

Com a saída de Marc Márquez da Honda para a Gresini e a ida de Luca Marini para a equipe japonesa, houve uma aposta na promoção de Fermin Aldeguer à equipe VR46. Pablo Nieto confessou que houve contactos com o jovem talento de Múrcia e que representava a opção preferida da equipa. “Não podemos negar, estávamos mirando em Fermín“. Mas o passo dado por Fábio no último Grande Prémio mudou as cartas na mesa. “Pode-se dizer que no final da temporada que Diggia fez da Austrália em diante ele está entre os dois ou três melhores pilotos do ano“.

Fábio entusiasmado com a nova equipe

O piloto romano habituou-se imediatamente à nova equipa depois de dois anos na Gresini. O teste de MotoGP em Valência serviu sobretudo para conhecer o ambiente ainda antes da nova Desmosedici. “Agora é a hora de obter bons resultados e estou no lugar certo para isso“, admitiu Di Giannantonio. E com Marco Bezzecchi a química já é excelente. “Acho que podemos incentivar uns aos outros, trabalhar bem juntos e levar a equipe ao topoA equipe me recebeu muito bem e me senti em casa. Eu tive bons sentimentos e todos me ajudaram“.

Foto: Mooney VR46 Racing Team