Estamos às vésperas do Grande Prémio da Comunidade Valenciana, último ato de um campeonato de MotoGP de 2023 que ainda não atribuiu o título de pilotos. Francesco Bagnaia e Jorge Martin disputam a disputa, com 21 pontos de vantagem para o italiano. A corrida sprint pode ser suficiente para encerrar os jogos, mas o espanhol tentará chegar ao domingo com ainda chances de ser campeão. Nada deve ser dado como certo, mesmo que haja um claro favorito.
MotoGP Valência, a abordagem de Bagnaia
Pecco também liderou a classificação em 2022 na última corrida em Valência, mas este ano não é a mesma coisa e disse à Sky Sport MotoGP: “A principal diferença é que existem duas raças. Portanto, são atribuídos 37 pontos em vez de 25. Além disso, chegamos com uma vantagem de 21 (no ano passado eram 23, ed.), bom mas não exagerado. Tentaremos lidar com tudo da melhor forma, com serenidade“.
Gestão ou ataque neste fim de semana? Aqui está sua resposta: “Até sábado tentarei fazer 100% e mais, depois veremos que vantagem temos antes da corrida principal“.
Pecco e a questão dos pneus
No Qatar o problema dos pneus Michelin voltou a surgir, com Bagnaia limitado no sprint e depois Martin que afundou na corrida longa: “Martin teve sorte – explica Pecco – já que isso só aconteceu com ele uma vez. Aconteceu comigo várias vezes e numa delas, o Barcelona, arrisquei perder algo mais importante que a Copa do Mundo. Um pneu com menor desempenho não faz você andar tão rápido, mas ao administrá-lo da melhor maneira você pode evitar ficar muito atrás“.
A sua posição sobre a questão dos pneus é clara. E também está claro para ele que, tendo em conta os precedentes dele e de Jorge em Valência, começarão em igualdade de condições neste fim de semana: “Estamos no mesmo nível, esta pista é boa para nós dois. Em 2021 ganhei lá, no ano passado fomos competitivos, exceto na corrida onde perdi a asa e aconteceu o que aconteceu. A diferença é que estamos 21 pontos atrás“.
Foto: Ducati Córsega