Uma corrida inesquecível para Fabio Quartararo na Austrália, com uma Yamaha que hoje não foi nada competitiva. Largando em décimo sétimo no grid, ele chegou à linha de chegada em décimo quarto (Morbidelli em décimo sétimo). Depois do treino de sexta-feira ele já havia entendido que seria muito difícil, mas continua sendo uma decepção bater a cara na realidade. Também é difícil ter fé no futuro.
MotoGP Austrália, toda a amargura de Quartararo
O francês só pode ficar desanimado depois do dia de hoje em Phillip Island: “Nós trabalhamos duro – disse ele à Sky Sport MotoGP – e desde o início do fim de semana não tivemos boas sensações. O ritmo não foi tão mau, mas estar em 17º na grelha e depois começar bastante mal… Nas primeiras dez voltas falta-me sempre aderência e não consigo usar a potência que preciso. Espero que possamos encontrar algo para as próximas corridas.”
Quartararo está em dificuldades tanto na pista como nas declarações que tem de fazer após as sessões e corridas, porque se vê obrigado a repetir os conceitos habituais: “Quando você ganha ou sobe ao pódio, fica feliz em conversar. Quando você faz esses resultados, a sensação não é boa e você não está se divertindo, é bem mais difícil“.
E se ele tivesse montado o pneu macio na traseira para apostar? Fábio explica porque não fez isso: “Não, até porque a nossa moto não ficou muito melhor com o pneu macio. A sensação não foi muito boa, então preferimos usar o meio, não nos mudou muito. Melhor se chover amanhã, talvez tentemos algo diferente“.
Foto: Yamaha Moto GP