F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

FOTO: Fórmula 1 social

F1: Alexander Albon nos ensina a não deixar de acreditar em nós mesmos

2020 não foi um ano fácil para o planeta Terra por um motivo em particular. Esse ano também foi muito difícil para Alexander Albon, mas por outro motivo, que o privou de muitas certezas. O garoto tailandês, porém, nunca deixou de acreditar em suas qualidades e quando teve a oportunidade de retornar à Fórmula 1 correspondeu às expectativas. Albon passou do desastre na dilapidada Red Bull para a vingança na agora pequena Williams, mas em um ambiente mais familiar. Vamos lembrar o quão pobre Alexandre era no final de dezembro de 2020 e como ele está agora em dezembro de 2023.

Alexander Albon do sonho ao pesadelo

Alexander Albon chega à Fórmula 1 em 2019, após terminar a temporada da Fórmula 2 na terceira colocação. O piloto que fez parte da Red Bull Academy é colocado pela alta direção na equipe B, a da Toro Rosso. Naquele ano o piloto correu com a equipe Faenza até o GP da Hungria, antes de subir para a equipe matriz. Tudo aconteceu porque Pierre Gasly não se identificava com o RB15, tanto que usou palavras que não eram exatamente doces. Pierre foi assim rebaixado para a Toro Rosso e Albon deu o grande salto para se tornar parceiro de Max Verstappen. Albon teve um desempenho admirável, terminando 5 vezes no Top5, com seu melhor resultado no Japão, onde terminou em quarto lugar.

As expectativas para 2020 eram muito altas, a empresa austríaca queria quebrar o domínio da Mercedes. Essa expectativa não se concretizou, mas o problema é que Albon nunca conseguiu igualar seu companheiro Verstappen. A imprensa e principalmente sua equipe passaram a julgá-lo pesadamente, tanto que o menino começou a sofrer. Alexander Albon chegou ao pódio duas vezes naquela temporada, uma vez em Mugello, no incomum GP da Toscana, e outra no Bahrein. Muito pouco para a Red Bull, que, vendo a distância entre ele e Max, decidiu no final do campeonato dispensá-lo das funções para 2021, cedendo o carro a Sergio Perez.

O ano no DTM antes de retornar à Fórmula 1 com a Williams

O 2021 de Alexander Albon é triste, mesmo que a Red Bull não o abandone ao decidir mantê-lo como terceiro piloto. A empresa austríaca também o inscreveu no campeonato DTM, com a sua equipa Alpha Tauri AF Corse. O tailandês disputou o campeonato alemão (que corre em vários pontos da Europa), com uma Ferrari 488 GT3. Albon terminará a temporada na sexta colocação, não disputando a última etapa da temporada em Norisring. O tailandês também triunfou no DTM, vencendo com sua Ferrari na prova de Nurburgring. O piloto, porém, sonhava em voltar à Fórmula 1 e esse sonho surgiu quando a Williams foi obrigada a procurar um novo piloto, após George Russell ter sido chamado pela Mercedes para substituir Valteri Bottas.

A empresa britânica teve imediatamente ideias claras e chamou Alexander Albon para lhe dar o seu monolugar para 2022. Alexander aceitou imediatamente, rompendo todos os laços com a marca de bebidas energéticas. A combinação entre o piloto asiático e a equipe do outro lado do Canal funcionou desde o início, embora ele não tenha conseguido marcar mais de 4 pontos com o FW44. A equipe Groove é um nobre caído, mas o talento de Albon permite que a equipe entre no Top10 3 vezes, enquanto o fez uma vez com Nicholas Latifi. Porém, 2023 se mostrou muito interessante, fechando a temporada na décima terceira colocação, somando 27 pontos. Além disso, o FW45 se destacou na volta rápida, permitindo a Albon realizar sessões de qualificação incríveis. O ano passado fez com que a imprensa e os fãs olhassem para o piloto oriental com novos olhos.

Alexander Albon nos ensina a sempre acreditar em nós mesmos

Após esses dois anos na Williams, Alexander Albon está, segundo muitos rumores, prestes a se transferir para uma grande equipe. O nome da Ferrari também foi mencionado, mas neste momento o piloto tailandês só pensa na empresa inglesa que lhe deu uma segunda oportunidade. Albon teria até se recusado a retornar à Red Bull, para coincidentemente substituir Perez. Alexander disse que não, dada a forma como foi tratado e porque agora eles haviam se separado. Albon nos ensina a acreditar sempre em nós mesmos, porque mesmo quando tudo vai contra nós e não parece haver um raio de luz, devemos sempre acreditar. Temos os requisitos para atingir nossos objetivos e quando você achar que não consegue, pense na história de Alexander Albon.

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