MotoGP, pressão dos pneus: Michelin oficializa a mudança

Um dos tópicos mais discutidos na segunda metade da temporada passada de MotoGP foi certamente a pressão dos pneus dianteiros. Muitos motoristas reclamaram 1,88 barras era um valor demasiado elevado e difícil de gerir dentro de um regulamento que os obrigava a não descer abaixo deste limite em pelo menos 50% das voltas da corrida longa e 30% do sprint. Houve discussões diretas com a Michelin para tentar baixar este valor e no final foi alcançado um acordo.

MotoGP, pressão frontal da Michelin: o que muda em 2024

Piero Taramasso já durante os testes de pré-temporada tinha declarado que o limite mínimo a respeitar iria diminuir e às vésperas do Grande Prémio do Qatar chegou a confirmação oficial da Michelin. A partir deste ano passamos para 1,80 barra e deve ser respeitado pelo 60% da corrida de domingo, enquanto para o sprint de sábado a regra dos 30% permanece. Se forem utilizados pneus de chuva, o valor para a frente é de 2,0 bar e para a traseira de 1,7.

Se em 2023 estava prevista uma advertência para a primeira infração, com penalidades de tempo crescentes (3″, 6″, 12″) para as subsequentes, em vez disso para 2024 deverá ser acionada a desclassificação imediata. Também houve discussões sobre este assunto, porém na quinta-feira anterior ao início do GP não houve comunicações diferentes e portanto neste momento a desclassificação continua válida como sanção pela violação relativa à pressão dos pneus.

MotoGP, pressão dos pneus dianteiros: Michelin confirma a mudança

Foto: Michelin Motorsport