Atualize um carro F1: medida necessária para garantir alta competitividade ao longo do campeonato. Em geral, o atualizar propostas nos carros têm uma matriz precisa. Depois de recolher dados na pista e depois compará-los com as várias tecnologias, os técnicos tentam modificar o carro a nível aero/mecânico e avançam com base no projeto. Outras vezes, porém, impera a necessidade de “corrigir” a filosofia estudada na fase conceitual.
Com o novo regulamento técnico, no entanto, surgiu outro elemento muito importante que, de fato, muitas vezes determinava os resultados do fim de semana: o peso. Os atuais monolugares sujeitos à grande revolução regulatória, de fato, devem necessariamente levar em conta os “excesso de quilos”.

Diferentes operações dedicadas ao emagrecimento de carros para maximizar o atuação. Dentre as diversas técnicas utilizadas destacam-se o uso de outros materiais para vários componentes, a tecelagem diferente de fibras de carbono na aparência aerodinâmica e o uso de tintas especiais. Tudo para obter uma nova localização do lastro útil para acessar um equilíbrio ideal. Sem contar que o excesso de peso limita o impacto da unidade de energia no desempenho.
O efeito do peso nos monolugares da F1
Para remediar este cenário, os técnicos das várias equipas têm implementado várias intervenções direcionadas através de um processamento diferenciado das fibras de carbono. Lá rede Análise Técnica da Fórmula 1 recentemente “focou” nesta questão relevante. Para saber os detalhes, acesse o artigo dedicado acessível clicando neste link.
Autor: Alessandro Arcari –@berrageiz
