Gabriele Giannini quer estar pronto para o primeiro dia de aula entre os grandes, no Mundial de Supersport. Ele não estará na Austrália porque só participa de corridas europeias e vai disputar o World Challenge, mas a estreia ainda não está longe. Passar de mil a mil e setecentos é sempre muito complicado e ele não terá uma moto top. Precisamos ser realistas: além de Can Oncu, com a Kawasaki de Puccetti, todos os outros pilotos com motos verdes estão lutando para permanecer na frente. Claro, em 2023, Tom Booth Aamos venceu o World Challenge na Kawasaki do Motozoo. Este ano, porém, está Simone Corsi com a Ducati e todos o veem como o superfavorito ao Campeonato da Europa. Gabriele Giannini, porém, tem uma boa equipe em Prodina, grande talento e mentalidade certa. Ele está cuidando muito bem de cada detalhe e andando o máximo possível.
“Acabei de regressar de Espanha onde treinei com uma moto que me foi fornecida pela ISB e gerida pela TMF Racing – Gabriele Giannini conta a Corsedimoto – Não andei com uma Supersport, mas com uma Superstock 600, obviamente sempre Kawasaki. Corri três dias em Valência e o mesmo número em Almeria. O ISB é um patrocinador que está me dando uma mão e agradeço do fundo do meu coração, assim como sou grato ao TMF. Estes seis dias ajudaram-me muito a conhecer o 600. Estou satisfeito: aos poucos vamos encontrando o rumo certo. Meus próximos testes serão no próximo sábado e domingo em Vallelunga com Prodina. Vamos ver como eles vão, então estaremos prontos para a estreia sazonal em 22 de março em Barcelona.”
Foto de : TMF Racing