Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da sorte que obteve graças à própria equipe do alemão, quebrou este ano o recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da sorte que obteve graças à própria equipe do alemão, quebrou este ano o recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da sorte que obteve graças à própria equipe do alemão, quebrou este ano o recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da sorte que obteve graças à própria equipe do alemão, quebrou este ano o recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da sorte que obteve graças à própria equipe do alemão, quebrou este ano o recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da sorte que obteve graças à própria equipe do alemão, quebrou este ano o recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da fortuna que recebeu graças à própria equipe do alemão, neste ano quebrou seu recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da fortuna que recebeu graças à própria equipe do alemão, neste ano quebrou seu recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da fortuna que recebeu graças à própria equipe do alemão, neste ano quebrou seu recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social

Sebastian Vettel um ano após sua despedida da Fórmula 1

No ano passado ele chegou a Abu Dhabi da mesma forma que chega agora, ou seja, com os dois mundiais já decididos. O cenário foi todo para Sebastian Vettel que já havia anunciado o fim da carreira na Fórmula 1. Um piloto, um campeão, mas acima de tudo um homem que nunca escondeu as batalhas que ainda hoje trava. Foi exatamente no dia 20 de novembro de 2022 que Seb deixou seu mundo e domingo será 26 de novembro, ou seja, um ano e 6 dias sem ele na F1. Seus recordes foram quebrados, suas batalhas talvez tenham sido esquecidas, mas esperar seu retorno às pistas em outros campeonatos não é apenas uma utopia.

Seu nome está ligado a Versappen e ao da Red Bull

Seu nome ainda circula no circo da Fórmula 1, graças ao seu passado e ao seu histórico de vitórias. Max Verstappen, além da fortuna que recebeu graças à própria equipe do alemão, neste ano quebrou seu recorde de vitórias consecutivas, além de tê-lo empatado no ranking dos mais bem-sucedidos de todos os tempos. O novo recorde de vitórias consecutivas é agora de 10 sucessos consecutivos, após 10 anos, o recorde pertencia a Sebastian Vettel com 9 triunfos consecutivos. Os sucessos são 53 cada em sua carreira, com Max podendo se separar dele no domingo em Abu Dhabi.

Sebastian teve lá os maiores sucessos com a Red Bull, assim como Max agora. Isso porque ninguém pode esquecer os 4 títulos conquistados consecutivamente pelo alemão de 2010 a 2013. Esse vínculo com as criaturas de Adrian Newey agora faz parte da história, assim como os sucessos se destacarem. Então, cada vez que a história nos leva a Yas Marina, inevitavelmente nos leva de volta àquela final do campeonato mundial de 2010. O ano que deveria colorir o mundo de vermelho, foi colorido de azul e o fez com Vettel, que tinha então apenas vinte anos. -três anos de idade. Ninguém jamais conseguiu quebrar esse recorde de mais jovem campeão da Fórmula 1, o que demonstra ainda mais o quanto este piloto enriqueceu a história deste esporte.

Suas atividades fora das pistas o tornaram um personagem desconfortável às vezes

Sua forma de agir muitas vezes, principalmente quando os anos o amadureceram, levou-o a fazer declarações e gestos que, segundo muitos, eram incômodos. A própria Liberty Media às vezes refreou o impulso polêmico de Sebastian Vettel. A sua defesa das minorias foi e ainda é um dos seus pontos fortes. As cores do arco-íris em defesa da comunidade LGBT nos países do Médio Oriente foram muito mal vistas pelos países anfitriões, tendo a Liberty Media sido forçada a proibir qualquer gesto que pudesse ir contra os governos locais. Sebastian foi ainda mais longe, era dia 1º de agosto de 2021 e o alemão resolveu se presentear com uma camisa a favor das minorias LGBT perseguidas no país húngaro, no momento solene da execução do hino antes da corrida.

O gesto causou sensação, tanto que Vettel, que subiu ao pódio naquele dia, foi desclassificado da corrida. A FIA sempre afirmou que a desclassificação ocorreu porque o carro carregava menos combustível do que o esperado na chegada, mas muitos suspeitam que o gesto se afastou muito das conotações esportivas e foi necessária uma advertência severa. Suas batalhas também dizem respeito ao meio ambiente como aquela camisa mostrada em Miami em 2022 que foi a prova disso. Durante as entrevistas pré-fim de semana, Vettel vestiu uma camisa mostrando a cidade da Flórida debaixo d’água em 2060. O alemão sempre esteve comprometido com um mundo mais verde, como tentou demonstrar em Silverstone em 2022, quando pilotou o Williams FW14B movido a biocombustíveis. Uma ação ditada pela vontade de demonstrar que existe uma forma concreta de salvar o planeta e a Fórmula 1.

O futuro de Sebastian Vettel não termina com o retorno às pistas

Sebastian Vettel continua suas batalhas ideológicas após sua aposentadoria e passa muito mais tempo com sua família. O alemão, porém, acha que pode voltar ao mundo dos carros, talvez num campeonato com muito menos corridas. O campeonato de Endurance parece provocá-lo, também dada a abertura aos biocombustíveis e há rumores de que ele está próximo de Jota e Porche, mas o coração de todos o vê novamente no vermelho. O círculo deve ser fechado, Vettel foi um dos pilotos que mais amou a Ferrari, mas não conseguiu conquistar o título. Quando seria bom para ele pousar no hipercarro vermelho e levá-lo ao triunfo no campeonato mundial? Seria um final digno e teremos uma lembrança diferente de Abu Dhabi 2021. Porque será menos triste, porque saberemos que não foi uma despedida das corridas, mas sim uma pausa de um ano antes de triunfar como o homem de vermelho.

FOTO: Fórmula 1 social