Dan Rossomondo tranquiliza: “Não quero americanizar o MotoGP”

Dan Rossomondo, i progetti per la crescita della MotoGP

Em abril, a MotoGP formalizou a contratação de Dan Rossomondo como novo diretor comercial e há grandes expectativas para o seu trabalho. Ganhou enorme experiência num desporto muito diferente como a NBA e enfrenta agora o desafio de fazer crescer de forma significativa o campeonato mundial de MotoGP, além do Superbike.

MotoGP, as ideias de Dan Rossomondo

Após esses meses de trabalho, Rossomondo teve uma ideia melhor do novo ambiente em que está atuando. Entrevistado pelo amcn.com, ele se expressou neste sentido: “Percebi que o nosso é um esporte fantástico – relata Motosan.es – e aprendi que temos uma grande oportunidade de levar isso a um público mais amplo. Muita gente me pergunta se é possível modernizar ou americanizar, eu digo que não. O objetivo é divulgá-lo para o maior número de pessoas possível, mas queremos ser amados por quem somos e não por algo que não somos“.

O MotoGP tem de crescer, mas o novo diretor comercial está convencido (com razão) de que não deve ser distorcido. Os Estados Unidos são certamente um mercado importante e existe o objetivo de termos pelo menos mais uma corrida, além da de Austin: “Não podemos construir um circuito durante a noite – comenta Rossomondo – correr nos Estados Unidos. Precisamos trabalhar com parceiros para desenvolver circuitos e ver como chegar lá“.

Falta de personagens e grandes batalhas

Hoje o MotoGP é dominado pela Ducati, que com Pecco Bagnaia decolou na classificação e pode razoavelmente pensar em conquistar novamente o título de pilotos. Alguém diz que o campeonato é um pouco chato. Rossomondo responde: “É um dilema constante neste mundo: você quer equilíbrio ou quer domínio? Provavelmente uma combinação de ambos. Os esportes americanos pensam nisso o tempo todo. É bom para a Bundesliga que o Bayern de Munique vença 11 anos consecutivos? O Manchester City está dominando a Premier League. Há uma posição dominante aí. Equilíbrio é algo interessante“.

Até a ausência de verdadeiras estrelas é um dos pontos frequentemente destacados quando se fala em MotoGP. Mas o diretor comercial não está preocupado: “Com Jordan, houve aumentos de 40% na audiência quando ele estava na TV, isso porque as pessoas o amavam ou o odiavam. O melhor é a incerteza dos resultados, não saber até o final o que vai acontecer. Verstappen na F1 é uma fera, mas a Mercedes na Espanha ficou feliz por terminar em segundo por 20 segundos. Tivemos 11 pilotos no pódio este ano e é ótimo“.

Foto: MotoGP

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