Ao final da segunda etapa da CIV Superbike 2024, em Vallelunga, Alessandro Delbianco se ressente da segunda queda sofrida em apenas quatro alguns jogou até agora. Se no primeiro em Misano ele admitiu calorosamente o erro, nesta circunstância ‘DB52’ ele tem mais do que reclamar. Tendo aparentado dificuldades óbvias desde as fases iniciais da Corrida 2 (aqui estão as novidades), o piloto da DMR Racing Yamaha queixou-se de graves problemas. A atribuir especificamente a um pneu traseiro Dunlop que não funciona perfeitamente. Encontrando confirmação nas anomalias encontradas na superfície da banda de rodagem após a corrida e destacadas na foto de abertura (Veja acima).
DELBIANCO TRAÍDO POR UM PNEU “DEFEITUOSO” NA CORRIDA 2
“Desde a volta de aquecimento senti sensações estranhas à saída das curvas. Antes de sair, no grid de largada, me virei para olhar meu R1 porque senti que tinha um problema, mas não sabia qual era a origem” o nativo de Rimini admitiu em Corsedimoto. “No início da corrida comecei imediatamente a ter dificuldades ao entrar nas curvas à esquerda. Na secção guiada da pista, onde fui o mais rápido durante todo o fim de semana, não consegui manter o ápice. Mal toquei o joelho no asfalto. Dentro do capacete pensei em tudo: danos no aro, pneu estragado. Eu nunca teria imaginado que o problema vinha de bolhas (perda de pedaços de carcaça? ed.) tão pronunciado no lado esquerdo da banda de rodagem”.
ANOMALIA
“Estranho, considerando que a pista de Vallelunga tem apenas 3-4 curvas ‘reais’ para a esquerda. Não tive escolha a não ser afrouxar meu aperto. A certa altura dei por mim a rodar mais de um segundo mais devagar do que o meu ritmo ideal, só com o objectivo de chegar à linha de chegada. Nessas poucas curvas à esquerda a moto vibrou loucamente. Parecia que ele estava sofrendo de Parkinson! Ao frear, meus dentes quase tremeram… não sabia o que esperar. Até que de repente fechou para mim em Soratte (outra curva à esquerda; ed.)”.
À mercê da YAMAHA
“Não pude fazer nada para evitar a queda. Naqueles momentos eu ainda não havia percebido a realidade dos fatos. Na verdade, quando caí me senti um pouco idiota, embora continuasse me perguntando o motivo de todos aqueles problemas” Delbianco disse. “Voltei à pista para tentar somar alguns pontos. Porém, eu não tinha muito, a moto sempre vibrava visivelmente. No final estava rodando muito devagar, salvei o que poderia ser salvo cruzando a linha de chegada em oitavo lugar”.
QUINTA-FEIRA ANTERIOR
“Também tive que lidar com algumas estranhezas nas provas de quinta-feira. Naquela ocasião sofri de ‘front lock’. A frente fechou como se estivesse no molhado quando fui frear no final da reta. Não é uma sensação boa… Tive que voltar à garagem para trocar o pneu dianteiro, caso contrário teria caído no chão a qualquer momento. Ambos os pneus, tanto os de quinta-feira como os da corrida 2, foram levados pela Dunlop para as devidas verificações. Tanto a equipe quanto eu estamos confiantes em uma explicação…”.
O ARREPENDIMENTO DE DELBIANCO
“Queria a todo custo resgatar a Corrida 1 em que, depois da bandeira vermelha, não consegui atacar para a vitória porque no reinício estava com pneus usados em comparação com os meus adversários. A equipe me garantiu que todos os parâmetros estavam normais. No entanto, a decepção permanece. As temporadas do CIV são ‘curtas’, e eu precisava chegar à frente e me sair bem. Do lado positivo, trazemos connosco um progresso constante, legitimado pelas performances da pole e volta de sábado. Estamos a melhorar as referências cronométricas da Yamaha em todas as pistas do calendário, o que significa que a nível de equipa estamos a trabalhar na direção certa. É uma pena não ter se materializado…”.

